Publicado em 13 jan 2026

As organizações humanizadas são a resposta à corrida da inteligência artificial

Redação

60% das empresas no Brasil já usam a inteligência artificial na produtividade e inovação. Mesmo assim, existe a necessidade de organizações verdadeiramente humanizadas, onde a tecnologia serve às pessoas e não o contrário. No contexto organizacional, há a necessidade de criar ambientes inclusivos, saudáveis e colaborativos, valorizando o diálogo e valorização humana nos processos.

Sérgio Vogt – 

Quase 60% das empresas brasileiras já utilizam inteligência artificial em processos internos, impulsionando ganhos de produtividade e inovação, segundo o estudo recente da Deloitte. Ferramentas como ChatGPT, Gemini e Copilot estão entre as plataformas mais adotadas, facilitando desde atendimento ao cliente até análise de dados estratégicos.

E a cada dia percebemos o surgimento de novas ferramentas e soluções tecnológicas que prometem transformar processos, aumentar a eficiência e gerar inovação. No entanto, diante desse avanço acelerado, é fundamental que não percamos de vista aquilo que é essencial: o ser humano.

A tecnologia, por mais avançada (e necessária) que seja, não substitui valores como empatia, ética, respeito e colaboração. Organizações verdadeiramente humanizadas reconhecem que, mesmo na era da IA, o ser humano permanece no centro das decisões, das relações e da construção de sentido no trabalho, sem perder o foco na eficiência, eficácia e nos resultados.

Assim, é preciso cuidado para que o entusiasmo com a inteligência artificial não nos faça perder outros focos importantes, espec...

Artigo atualizado em 02/01/2026 11:43.
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