Publicado em 03 mar 2026

A infraestrutura invisível será decidida por legado, cloud e segurança

Redação

Se 2025 foi marcado pela corrida por modelos mais poderosos, 2026 tende a ser lembrado como o ano em que a inteligência artificial (IA) deixou definitivamente o laboratório e passou a ser julgada pela sua capacidade de operar em escala, ou seja, entrou-se na era da infraestrutura invisível.

Alessandro Buonopane – 

Se 2025 foi marcado pela corrida por modelos mais poderosos, 2026 tende a ser lembrado como o ano em que a inteligência artificial (IA) deixou definitivamente o laboratório e passou a ser julgada pela sua capacidade de operar em escala. Nesse novo estágio, a vantagem competitiva não está no algoritmo mais sofisticado, mas na arquitetura que sustenta agentes, dados e decisões em tempo real.

É a era da infraestrutura invisível: pouco glamorosa, cara, complexa – e absolutamente decisiva para o sucesso da IA corporativa. Os números deixam isso claro.

Embora 38% das organizações afirmem estar testando agentes de IA, apenas 11% conseguiram colocá-los em produção. O gargalo não é inteligência, mas base estrutural.

Mais de 80% do conhecimento corporativo segue concentrado em dados não estruturados, degradando sistemas de RAG e obrigando empresas a manter validações humanas como muleta operacional. À medida que a IA migra do papel de copiloto para o de operadora, o custo do erro sobe e a tolerância à improvisação cai drasticamente.

O primeiro pilar dessa equação é o legado. Relatórios rec...

Artigo atualizado em 18/02/2026 04:04.
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