Publicado em 09 jun 2026

A produtividade não é agenda cheia e sim clareza de prioridade

Redação

A lógica da produtividade mudou e ainda confunde profissionais e empresas. Em um cenário de alta demanda e pressão por resultado, agenda cheia deixou de ser sinônimo de eficiência e passou a esconder um problema comum: falta de clareza sobre prioridades. Segundo a consultoria Gallup, equipes com objetivos bem definidos podem ter até 18% mais produtividade e 23% mais lucro, reforçando que resultado está mais ligado à direção do que ao volume de tarefas. O excesso de atividades sem foco compromete as decisões, aumenta o estresse e reduz a capacidade de gerar impacto real. O tema ganha força em um momento em que empresas buscam mais resultado com menos desgaste.

Claudia Bonke – 

A produtividade deixou de ser medida pela quantidade de tarefas e passou a ser definida pela clareza de prioridade, em um cenário em que profissionais e empresas buscam mais resultado com menos desgaste e mais foco no que realmente importa. Durante muito tempo, agenda cheia foi sinônimo de eficiência.

Quanto mais compromissos, mais produtiva a pessoa parecia. Mas, na prática, esse modelo gera sobrecarga, decisões ruins e perda de foco, criando uma rotina em que o volume de atividades não se traduz em resultado real.

Os dados mostram que essa percepção já mudou. Segundo a Gallup, equipes mais engajadas, com objetivos claros e direcionamento definido, apresentam até 18% mais produtividade e 23% mais lucro.

Isso reforça uma ideia simples: o resultado não está ligado ao quanto se faz, mas ao que se faz e ao nível de clareza envolvido nesse processo.

Quando não existe prioridade bem definida, tudo parece urgente, e quando tudo é urgente, nada recebe a atenção necessária. Na rotina dos negócios, esse cenário se repete com frequência.

Os profissionais passam o dia...

Artigo atualizado em 27/05/2026 09:43.
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