A inteligência artificial não é uma maré, ela é um tsunami do bem
Redação
A metáfora do tsunami talvez seja a que melhor define o momento que vivemos com a IA. E, como acontece antes de um tsunami, muitos perceberam que algo extraordinário estava em movimento, mas não conseguiram dimensionar sua força. O inevitável já aconteceu e há um rumo que se deve seguir.

Saulo Santos –
A metáfora do tsunami talvez seja a que melhor define o momento que vivemos com a inteligência artificial (IA). Não porque a tecnologia seja uma ameaça inevitável, mas porque sua velocidade, escala e capacidade de transformação desafiaram praticamente todas as previsões.
Houve sinais. Especialistas, universidades e empresas de tecnologia alertaram durante anos que a IA avançaria rapidamente. Ainda assim, poucos imaginavam que, em tão pouco tempo, ela estaria presente simultaneamente nas áreas de negócios, educação, saúde, comunicação, desenvolvimento de software e atendimento ao cliente.
Como acontece antes de um tsunami, muitos perceberam que algo extraordinário estava em movimento, mas não conseguiram dimensionar sua força. Quando as primeiras aplicações generativas ganharam escala global, a onda já estava formada.
Em questão de meses, as organizações passaram a rever estratégias, redefinir funções, reavaliar investimentos e discutir novos modelos de governança. A transformação deixou de ser uma projeção de futuro para se tornar uma exigência do presente.
Os núm...