O movimento regular reduz em 19% o risco de morte precoce e melhora o metabolismo
Redação
Algumas alterações na rotina já ajudam a prevenir doenças, mesmo sem academia ou treinos intensos. A independência na terceira idade depende menos de intervenções médicas tardias e mais da regularidade e diversidade de movimento no dia a dia. Pequenas decisões cotidianas são determinantes para definir se, no futuro, o indivíduo manterá sua autonomia ou precisará de auxílio para tarefas simples.

Paulo Zogaib –
Não é apenas a quantidade de exercício que importa. Um estudo da Harvard, publicado no BMJ Medicine1, mostrou que as pessoas que praticam atividades físicas variadas, como caminhada, musculação ou até jardinagem, têm até 19% menos risco de morte precoce, independentemente do tempo total dedicado ao exercício.
O dado reforça um alerta já conhecido: o sedentarismo segue como uma das principais ameaças à saúde global, responsável por cerca de 5 milhões de mortes por ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Na prática, isso significa que a independência na terceira idade depende menos de intervenções médicas tardias e mais da regularidade e diversidade de movimento no dia a dia. Pequenas decisões cotidianas são determinantes para definir se, no futuro, o indivíduo manterá sua autonomia ou precisará de auxílio para tarefas simples.
Na contramão dessa necessidade, o sedentarismo se consolidou como um dos principais desafios de saúde pública. No Brasil, o avanço das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) evidencia esse cenário.
Os dados do Ministério da Saú...